
Logo isso muda se não mudar é porque o chão em que esta te prende
Você não se defende, não confronta
Será isso medo, vergonha, sem vontade, seja o que for
Tem um mundo a fora
Vidas vividas vistas inúmeros pontos de vistas
E ai simplesmente para, estático, chocou-se com o mundo, que é a realidade não demonstrou pra você
Agora tudo parou, ou melhor, esse alguém parou, pensou e observou...
SINAL VERMELHO pra vida – antes... passou
SINAL AMARELO – em pensamento... estou
SINAL VERDE – agora... é pra já
Ensinar, ver, enxergar como deve, enxugue o antes seque o agora antes que torne memória, coloque uma coisa na cabeça antes que esqueça que logo-logo passa
A mentalidade de uma sociedade escassa é como um rio caindo de uma sacada
Tudo flui como deve fluir, mas onde deveria ele realmente cair, sumiu onde ninguém o sentiu só viu sumir, desaparecer, esquecer...
Acabar com o começo, a nascente florescente, esperando cores para ter onde pintar sua vida com flores, pessoas já vistas
Um quadro vazio, branco, as cores se foram como a beleza de um tucano
Mas antes que isso tudo acabe em baixo do pano, finja isso ser o antes
Que você pensou e agora tudo ira fluir seu rio ira na corrente com seu quadro
Sentindo em cada cachoeira a sensação de estar com a vida verdadeira
Tudo tem cor, tudo tem forma, tudo se renova com o chão prestes a voar de reflexo com o mar.
Cada cor um amor, um sabor o tempero em que falta na sua vida
Cada pincelada a marca de uma passagem
Cada cachoeira o começo de uma nova nascente que vira pela frente.
Paola Hartfiel.
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